
Em cumprimento às restrições e em respeito às milhares de vidas ceifadas com o recrudescimento da pandemia de Covid-19, diversas organizações de mulheres se mobilizaram virtualmente para o oito de março. A coordenadora da mulher de Afogados, Risolene Lima, participou de uma live promovida pela rede pajeú de agroecologia, com o tema “pela vida de todas as mulheres, resistiremos.”
A rede é composta por diversas organizações não governamentais, associações de agricultoras, sindicatos e universidades. Um dos temas da live foi a questão da segurança hídrica e de como a falta d’água impacta na vida das mulheres. O documentário “o bem-virá” foi apresentado durante o evento. Ele retrata a vida de mulheres que trabalharam nas frentes de emergência no Pajeú, no início dos anos 80. Apresentações culturais também deram o tom da “celebração”, com apresentações de mulheres que fazem cultura no Pajeú, a exemplo de Carla Alves e de Belinha, poetisa e integrante do grupo “As Severinas”.
Participaram das discussões a coordenadora da Diaconia no território do Pajeú, Ita Porto; Ana Cristina Nobre, do Fórum de Mulheres do Pajeú; e Silmara Marques, pesquisadora e professora da Faculdade Sertão do Pajeú.
A Coordenadora de políticas para as mulheres de Afogados da Ingazeira, Risolene Lima, o Sertão do Pajeú é um lugar diferenciado quando o assunto é a luta e a resistência das mulheres, e que a coordenadoria é fruto da luta das mulheres organizadas em ter, no município, um organismo de políticas públicas para as mulheres. “Atuamos em diversas frentes, seja no combate à violência doméstica, seja na articulação das diversas políticas públicas municipais direcionadas às mulheres, como saúde e empreendedorismo, por exemplo,” destacou Risolene.









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