
Em 1830, fazendeiros que ocupavam as cabeceiras do Rio Pajeú, no vale meridional da Serra de Borborema, decidiram fixar residência na localidade denominada Queimadas, nas proximidades da confluência do riacho São Felix com o Pajeú.
Após algum tempo cuidando de suas plantações e para manter o espírito religioso de seus familiares, construíram ali uma capela dedicada a São José, em torno da qual surgiu a povoação que teve sucessivos nomes: São José das Queimadas, São José da Ingazeira, São José do Egito.
Habitantes das imediações começaram a capelinha para fazer suas orações o que motivou insatisfação por parte de alguns proprietários da fazenda denominada São Pedro, distante três léguas de Queimadas, onde havia outra casa de orações. Despeitados resolveram, de surpresa, atacar e destruir o templo.
Uma nova capela foi erguida. Um novo ataque foi tentado, desta vez sem êxito, pois houve resistência. O povoado foi intitulado São José das Queimadas em 1865.
A Vila foi criada a 25 de maio de 1877, através da Lei Provincial nº 1.260, sob o nome São José de Ingazeira. A 09 de março de 1894, através de ato do governador do estado de Pernambuco, Alexandre José Barbosa Lima, ganhou organização judiciária, tornando-se independente do município de Ingazeira ao qual estava anexada.















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