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Mais um caos vem à tona na terra da poesia

Romero Moraes por Romero Moraes
7 de abril de 2021
emᅠ Notícia
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Mais um caos vem à tona na terra da poesia
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Enquanto se discutia o caos na segurança pública apenas nos bastidores, a população reclamava, mas continuava sem conhecimento do tamanho da gravidade.

São assaltos, mortes violentas causadas através de direção perigosa e tantos outros problemas que afetam a nossa sociedade.
Enquanto a população reclama da polícia civil e militar, elas demandam esforços para sanar os problemas, sem as mínimas condições de trabalho.
Nesta semana veio a tona um simples problema que a muito vem se repetindo, mas a população não se dar conta, pois não sabe da inoperância do poder público.
Quanto tempo faz que a sede Delegacia de polícia civil vem perambulando pela nossa cidade, buscando abrigo e sendo alojada em imóveis onde buscam adaptar para assistir a população? 
Desta vez, ao tornar público a situação, salvadores da Pátria surgiram como se num passe de mágica.
Mas analisemos: Por que a Delegacia não tem uma sede própria em nossa cidade?

Analisemos em nosso município, São José do Egito, quantos imóveis existem ociosos:

Imóvel onde funcionava, a assim conhecida, coletoria estadual, o que funciona lá? Nada.

E porque precisamos alugar imóveis ao invés de adaptar imóveis que são de propriedade do próprio Estado?

Imóvel na academia das cidades onde chamávamos de Centro Social, se deteriorando, também parcialmente subutilizado.

Como o município, segundo conversas de bastidores, alugou e cedeu imóvel para funcionamento da Delegacia, não cede para que o Estado recupere e adapte o Imóvel na academia das cidades onde chamávamos de Centro Social, para cede da Delegacia?
O povo precisa entender que não se pode mais viver de discursos fantasiosos, mas da prática, onde as prioridades da sociedade sejam atendidas, e Segurança Pública, Saúde e Educação não podem continuar sendo palanque para eleger políticos, mas sim PRIORIDADES, mas isto só dependo da conscientização de cada cidadão e cidadã.
Não se pode mais viver como se os poderes públicos constituídos nos prestassem favores, mas torna-se necessário que a população entenda que o dinheiro público é fruto dos impostos que pagamos, e que os gestores não são donos, mas SERVIDORES PÚBLICOS COM A OBRIGAÇÃO DE GERIR DE ACORDO COM OS PRINCÍPIOS DA ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA, Legalidade, Impessoalidade, Moralidade, Publicidade e Eficiência e atender as prioridades da sociedade.
A sociedade precisa entender O QUE É PRIORIDADE e DESENVOLVIMENTO ECONÔMICO E SOCIAL para que possa exercer o seu papel como responsáveis pela fiscalização do poder público, visando não atender simplesmente ao desejo de alguns, mas a necessidade coletiva. 
Por Tarcízio Leite
Tags: Coluna Tarcízio LeiteSão José do Egito
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