Irmãos, vocês foram chamados para a liberdade. Mas não usem a liberdade para dar ocasião à vontade da carne; ao contrário, sirvam uns aos outros mediante o amor. (Gálatas 5.13)
Se a graça da fé não for pregada, ninguém será salvo, pois somente a fé justifica e salva. Por outro lado, quando a fé é pregada como deve ser, a maioria das pessoas entende esse ensino de maneira mundana. Eles transformam a liberdade do Espírito em liberdade da natureza pecaminosa. Pode-se ver isso hoje em todas as classes sociais, sejam mais altas ou mais baixas. Todos se orgulham de serem evangélicos e louvam a liberdade cristã, mas, ao mesmo tempo, seguem seus próprios desejos, voltam-se para a cobiça, a lascívia, o orgulho, a inveja e assim por diante. Ninguém desempenha sua tarefa fielmente. Ninguém serve aos outros em amor. Esse comportamento vergonhoso me deixa tão impaciente que frequentemente desejo que tais porcos que pisoteiam pérolas com os pés ainda estivessem sob a tirania de Roma. É praticamente impossível para essas pessoas de Gomorra serem governadas pelo evangelho da paz.
Nós sabemos que o Maligno persegue aqueles de nós que têm a Palavra de Deus. Afinal, ele mantém todos os outros cativos e está ansioso para acabar com essa liberdade do Espírito ou, pelo menos, transformá-la em uma vida desregrada. Como Pedro diz: “Vivam como pessoas livres, mas não usem a liberdade como desculpa para fazer o mal; vivam como servos de Deus” (1Pe 2.16).
Retirado de Somente a Fé – Um Ano com Lutero. Editora Ultimato.
Fonte: Ultimato – Devocional Diário









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