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Palavra do Dia: As dádivas do monte Sinai

Romero Moraes por Romero Moraes
12 de junho de 2022
emᅠ Fé e Religiosidade
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Embora toda a terra seja minha, vocês serão para mim um reino de sacerdotes e uma nação santa. (Êxodo 19.5-6)

Os israelitas levaram três meses para chegar ao monte Sinai para o encontro com Javé, conforme ele mesmo havia proposto a Moisés. Uma vez acampados ao pé da montanha, eles permaneceram ali cerca de um ano. Foi nesse lugar que Deus concedeu ao seu povo redimido três preciosas dádivas: uma aliança renovada, uma lei moral e sacrifícios propiciatórios.

A primeira veio com a renovação da aliança. Na época dos patriarcas, Deus declarou inúmeras vezes que ele era o Deus que havia feito uma aliança com Abraão, renovada posteriormente com Isaque e Jacó. O êxodo só ocorreu porque o Senhor se lembrou da aliança que havia feito com seu povo. Com o fim do exílio e a perspectiva da Terra Prometida diante deles, era hora de renovar a aliança. Assim Deus falou a Moisés que dissesse a Israel: “Vocês viram o que fiz ao Egito e como os transportei sobre asas de águias e os trouxe para junto de mim. Agora, se me obedecerem fielmente e guardarem a minha aliança, vocês serão o meu tesouro pessoal dentre todas as nações” (19.4-5).

A segunda dádiva veio na forma de uma lei moral, e a parte de Israel na aliança era obedecer à lei. Sua essência se encontra nos Dez Mandamentos, elaborados e suplementados por outros estatutos. Abordaremos esse assunto mais detalhadamente na próxima semana. Por último, Deus fez generosa provisão para remediar quaisquer brechas em sua lei. Isso envolveu a cons­trução do tabernáculo, a organização do sistema sacrifical e a instituição do sacerdócio para administrá-lo.

O significado essencial de todo esse arranjo envolve um profundo para­doxo. Por um lado, Deus afirmou que habitaria no meio do seu povo (25.8). Por outro, ninguém poderia atravessar o véu para entrar no Santo dos Santos do tabernáculo, exceto o sumo sacerdote no Dia da Expiação, levando consigo o sangue do sacrifício. Desta forma, o véu simbolizava a impossibilidade de acesso dos pecadores a Deus. Essa estranha contradição deixou de existir com o sacrifício de Cristo, quando o véu do templo rasgou-se de cima abaixo. Agora todos nós somos convidados a nos aproximar de Deus através de Cristo.

Para saber mais: Hebreus 10.19-25

Retirado de A Bíblia Toda, o Ano Todo [John Stott]. Editora Ultimato.

Tags: Fé e Religiosidade
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