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Polícia Federal fala em agiotagem, pistolagem e lavagem de dinheiro em Serra Talhada. Empresário da cidade preso.

Romero Moraes por Romero Moraes
18 de agosto de 2022
emᅠ Policial, Serra Talhada
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Polícia Federal fala em agiotagem, pistolagem e lavagem de dinheiro em Serra Talhada. Empresário da cidade preso.
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A Polícia Federal (PF) em Pernambuco cumpriu, nesta terça (9), nove mandados de prisão e 14 de busca e apreensão, em uma ação contra suspeitos de agiotagem, pistolagem e lavagem de dinheiro, em três estados. Entre os alvos estão um empresário, um policial federal e um militar do Exército. Em cinco anos, o grupo movimentou R$ 130 milhões.

A Operação Curica foi realizada no Recife, Serra Talhada, no Sertão Pernambucano, além de Sorocaba (SP) e Campo Grane (MS). O nome da ação é uma referência ao apelido de um dos envolvidos na organização.

Segundo a PF em Pernambuco, os agentes também cum mandados de sequestro de bens móveis e imóveis. Nas ações, foram apreendidos armamentos, munições, além de relógios e bolsas de luxo.

Os agentes também apreenderam veículos, valores em espécie, cheques bancários e equipamentos de informática.

Por meio de nota, a PF informou que a investigação teve início em 2020. A meta da Operação Curica era apurar o envolvimento da organização comandada por um “suposto” empresário pernambucano.

Esse homem, um dos alvos da operação desta terça, atuava nos setores de hotéis e motéis, bem como postos de combustíveis.

Ainda segundo a PF, os R$ 130 milhões foram movimentados em contas bancárias de seus integrantes e de terceiras pessoas “cooptadas com essa finalidade”.

Essas pessoas, disse a PF, seriam “laranjas” e não tinham como comprovar a origem lícita dos valores.

“Também foram identificadas diversas pessoas jurídicas criadas pela organização com a única finalidade de facilitar a lavagem dos valores obtidos com as práticas ilícitas”, informou a PF, no comunicado.

Os mandados foram cumpridos nos endereços dos envolvidos. Todos foram alvo de prisão temporária. Os nomes deles não foram divulgados.

Em entrevista disponibilizada pela PF, o delegado federal Márcio Tenório Wandreley disse que seis prisões foram feitas em Pernambuco, duas no interior de São Paulo e uma em Mato Grosso do Sul.

“Todos foram levados para unidades prisionais desse estados. A gente ainda pode ter desdobramentos, a partir do material apreendido”, acrescentou.

Ainda segundo o delegado, o militar e o policial federal tinham envolvimento na lavagem de dinheiro da organização, que tinha sede em Pernambuco. A principal atividade era a prática de agiotagem.

O crime de usura, como é tipificado no Códio Penal, é o “ato de cobrar juros, e outros tipos de taxas ou descontos, superiores aos limites legais, ou realizar contrato abusando da situação de necessidade da outra parte para obter lucro excessivo”.

“Hotéis, motéis e postos de gasolina são bastante usados para lavar o dinheiro de atividades ilícitas e para inserir dinheiro no sistema financeiro oficial”, observou. (G1)

Na manhã desta terça-feira dia (09), equipes da Polícia Federal estiveram nas ruas, agindo em Recife e no bairro da AABB, em Serra Talhada, no Sertão do Pajeú. O alvo de prisão foi o empresário serra-talhadense Antônio Rogério Magalhães.

Rogério foi preso, em Serra Talhada. A operação no Recife, também acabou com a prisão de um dos agentes da corporação. As informações dão conta de que o mesmo seria ligado a Rogério.

Hoje cedo, uma viatura da Polícia Federal e dois carros à paisana estiveram na frente do edifício onde mora Rogério, no bairro Boa Viagem, no Recife. Ele é considerado um dos maiores e mais notórios agiotas com longo tempo de atuação na Capital Pernambucana.

Em Serra Talhada, viaturas da PF também estiveram logo cedo na casa do empresário realizando buscas. Antônio Rogério Magalhães foi um dos acusados na CPI dos Combustíveis que, em 2000, constatou a cartelização dos preços nos postos de Pernambuco.

Ainda segundo Ricardo Antunes, a prisão de Rogério Magalhães poderia ter conexão com a morte do empresário Rodrigo Vasconcelos Franco de Oliveira, em 2020. Ele era irmão da juíza Roberta Vasconcelos Franco Rafael Nogueira, da Vara de Crimes Contra a Administração Pública e a Ordem Tributária do Recife. O assassinato ocorreu em 2020, e na época o Blog apurou que ele também atuaria no ramo da agiotagem. (Blog Ricardo Antunes)

Tags: PolicialSerra Talhada
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