O cavalo que teve as patas decepadas por um jovem em Bananal, no interior de São Paulo, ainda estava vivo no momento em que sofreu os golpes. O animal apresentava hematomas que só podem ser causados ainda em vida.
A informação foi divulgada nesta quarta-feira (27) pelo delegado Rubens Luiz Fonseca Melo e pela veterinária Luana Gesualdi nas redes sociais após a conclusão da perícia feita pela Polícia Civil. “Quando o animal está sem vida, é um cadáver, você não consegue desferir golpes e causar hematomas, só quando o animal está em vida”, explicou a veterinária.
Antes de ter as patas cortadas, o cavalo tombou por exaustão após ser forçado a cavalgar 15 km.
O autor da atrocidade é Andrey Guilherme Nogueira de Queiroz, que declarou em entrevista que estava embriagado no momento. O delegado explicou que o autor das agressões pode ter achado que o animal estava morto devido ao estado de embriaguez.
A veterinária explicou também o motivo das agressões terem deixado pouco sangue no local. “Quando o animal está naquela situação, afrouxado, em exaustão, em uma fadiga muito grande, muito grave, a pressão dele cai, ou seja, o animal fica desfalecido e fica com pulsos muito baixos, a pressão cai, e por isso não se tem muito sangue”, explicou Luana.
O cavalo foi cortado depois de cair por exaustão após ser forçado a cavalgar 15 km. O cavalo não aguentou o percurso.
Ao perceber que o animal estava caído, Andrey decidiu amputar as duas patas do cavalo com a ajuda de um facão. O homem ainda desferiu diversos golpes de faca na região do abdômen.
A justificativa apresentada pelo autor da ação foi a intenção de facilitar o lançamento do cadáver do animal ribanceira abaixo, já que era uma área de difícil acesso.











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