O monumento de representatividade localizado no coração de São José do Egito agoniza à espera de uma urgente revitalização. Construído na gestão do médico Romério Guimarães, o equipamento cultural, que deveria celebrar a memória e a força da poesia, hoje é corroído pela ferrugem e marcado pelo abandono. O verso do poeta Biu de Crisanto, antes eternizado em sua estrutura, foi apagado pelo tempo e pelo descaso que se instala quando não há continuidade entre uma gestão e outra.
A situação serve de alerta: preservar o patrimônio não é apenas um gesto administrativo, mas um compromisso com a identidade, a cultura e a história do povo. Cabe à gestão atual cuidar do que já existe e valorizar os atrativos do município sem apagar ou sacrificar aqueles que já fazem parte de sua trajetória.
A denúncia e as fotos que revelam o problema são de autoria do advogado Cláudio Viana, que chama atenção para a necessidade de respeito e conservação do patrimônio cultural egipciense.














Deixe seu comentário: