Em um discurso contundente, o ex-deputado federal Alexandre Frota fez duras críticas à direita radical, a quem acusou de extremismo, hipocrisia moral e instrumentalização da fé. Segundo ele, trata-se de um grupo que prega valores conservadores apenas em benefício próprio, ignorando o bem coletivo e alimentando o ódio.
Frota afirmou que esses setores não aceitaram a derrota eleitoral e teriam preparado um golpe para manter no poder um líder que ele descreveu como “doente” e “insano”. Em tom provocativo, atacou diretamente o ex-presidente Jair Bolsonaro, chamando-o de falso evangélico e usando expressões como “capeta barrigudo de terno”, além de ironizar seus hábitos e aparições públicas em motociatas e passeios de jet ski.
O ex-parlamentar também acusou Bolsonaro de ter “maldade no coração” e de tentar se perpetuar no poder, recorrendo a aliados que ele classificou como “palhaços” e “bobos da corte” para tentar articular novos movimentos políticos.
Na mesma fala, Frota criticou lideranças religiosas que, em sua visão, atuam como “vendedores da fé” e “comerciantes da mala”. Ele ironizou ainda o pastor Silas Malafaia, chamando-o de “o maior corretor de vagas no céu”, e afirmou que nem mesmo ele teria aprovado uma indicação recente ligada ao grupo político criticado.
A declaração repercutiu nas redes sociais, reacendendo o debate sobre o tom agressivo do discurso político e as tensões entre setores da direita, da esquerda e lideranças religiosas no cenário nacional.











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