
Teresa Leitão diz não ter desistido de Luciano Duque no PT – A Deputada Estadual Teresa Leitão disse falando ao Debate das Dez da Rádio Pajeú 104,9 FM que ainda não coloca como definitiva a saída de Luciano Duque, prefeito de Serra Talhada, do PT. Teresa, que cumpre agenda na região e teve encontro ontem a tarde com nomes do PT da região, disse que ainda vai procurar o prefeito para demovê-lo da decisão. Luciano Duque anunciou a saída do PT depois de sofrer processo pela executiva do partido por sua decisão em apoiar Armando Monteiro. O prefeito era defensor da candidatura própria. (Por Anchieta Santos)
José Patriota se diz simpático a PEC 56, mas lembra que a opinião pública tem peso na decisão – O prefeito de Afogados da Ingazeira e presidente da Amupe, José Patriota, falou a Rádio Pajeú FM 104,9, que é simpático a aprovação da PEC 56/2019, de autoria do deputado federal Rogério Peninha Mendonça (MDB/SC), que propõe a unificação das eleições no país e a prorrogação dos mandatos dos vereadores e prefeitos. Na prática, se aprovada, a PEC faria com que as eleições de 2020 fossem suspensas, o que daria mais dois anos de mandato aos vereadores e prefeitos dos municípios brasileiros, fazendo com que os eleitores fossem às urnas somente em 2022 para escolher desde vereadores a presidente da república. Patriota ainda chamou a atenção para uma questão muito importante, que pode ou não travar a PEC no Congresso. “A opinião pública tem um peso importante nessa questão, tem que ver se ela é favorável ou não, o peso da opinião pública influência o Congresso. (Por Anchieta Santos)
Ex-governador critica socialistas – Entrevistado nesta quarta-feira pela Rádio CBN do Recife, o ex-governador Joaquim Francisco (PSDB), sem citar nomes, criticou a posição de “deputados do PSB” quanto à reforma previdenciária. Tudo bem que sejam contra a aprovação do projeto, disse ele. “Mas qual é a alternativa?” Ouvintes da rádio acham que o ex-governador fazia referência a Danilo Cabral, que botou a cabeça e o corpo fora para tentar derrotar a reforma.
Comissão especial – Aprovado na CCJ, o texto da nova Previdência segue agora para a comissão especial, que avalia o conteúdo da proposta e deve ‘desidratar’ alguns pontos do texto para obter os votos necessários. O governo se mostra aberto a negociar, apesar da dificuldade na articulação e a exigência de que a base da reforma não seja alterada. Para o ministro da Economia, Paulo Guedes, a economia projetada para o período de dez anos não pode estar longe de R$ 1 trilhão. Na Câmara, há pressão para que o sigilo dos dados da proposta seja quebrado e se conheçam detalhes do conteúdo da PEC.










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