Então vi novos céus e nova terra, pois o primeiro céu e a primeira terra tinham passado. (Apocalipse 21.1)
Se não fosse por certas passagens a respeito do segundo advento de Jesus, a expressão “quando eu vencer”, atribuída ao Senhor, seria muito estranha (Sl 108.7).
O mesmo advérbio “quando” aparece na boca de Jesus: “Quando o Filho do Homem vier como Rei, com todos os anjos, ele se sentará no seu trono real [e] todos os povos da terra se reunirão diante dele” (Mt 25.31-32).
Ao confrontar os seus discípulos quanto à falta de perseverança na oração, Jesus faz uma pergunta sem rodeios: “Mas, quando o Filho do Homem vier, será que vai encontrar fé na terra?” (Lc 18.8).
Há muitas coisas programadas e prometidas que ainda não se cumpriram. São eventos absolutamente certos, com desfecho planejado por Deus. Ainda não é “o fim da história”. A igreja está impacientemente à espera do que está por vir.
Além do que está explicitamente prometido, como a ressurreição dos mortos e a transformação dos vivos, entre várias outras promessas, haverá muitas surpresas. Como dizem as Escrituras Sagradas, “olho nenhum viu, ouvido nenhum ouviu, mente nenhuma imaginou o que Deus preparou para aqueles que o amam” (1Co 2.9). Na hora aprazada “todos os povos da terra chorarão e verão o Filho do Homem descendo nas nuvens, com poder e grande glória” (Mt 24.30)!
Não é uma questão de “se”, mas sim de “quando”, porque o Senhor que rege o universo é o mesmo que guia os passos de cada um do seu povo.
Senhor, feliz aquele que confia plenamente no caráter do Deus que desenlaça as tramas da história e guia carinhosamente os passos dos teus. Que eu sabia esperar pelas surpresas do Senhor.
Retirado de Refeições Diárias – Celebrando a Reconciliação. Editora Ultimato.
Fonte: Ultimato – Devocional Diário









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