O aliado italiano do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, e atual enviado especial para temas globais do governo republicano, Paolo Zampolli, provocou reação negativa na imprensa internacional após fazer comentários considerados ofensivos sobre mulheres brasileiras em entrevista concedida à emissora italiana RAI.
Ao falar sobre seu relacionamento com a brasileira Amanda Ungaro, com quem foi casado por cerca de 20 anos e tem um filho de 15 anos, Zampolli declarou que “as mulheres brasileiras são programadas para gerar conflitos”.
Segundo ele, “as mulheres brasileiras criam problemas com todo mundo, certo? Não foi a primeira vez”, afirmou. Questionado por um jornalista se estaria sugerindo uma característica genética, respondeu que seriam “programadas”.
Diante da pergunta do repórter — “para extorquir?” — Zampolli negou e insistiu: “não, para causar confusão”.
Durante a mesma entrevista, o diplomata voltou a fazer ataques ao comentar sua relação com uma amiga de Amanda, identificada apenas como “Lidia”, utilizando termos ofensivos e de cunho misógino.
As declarações acontecem em meio a uma disputa judicial nos Estados Unidos pela guarda do filho que ele tem com Amanda Ungaro. O nome de Zampolli já esteve envolvido em outras polêmicas.
De acordo com reportagem do jornal The New York Times, ele também foi acusado de interferir politicamente no processo que resultou na deportação de Amanda para o Brasil, após ela ser detida sob suspeita de fraude no ambiente de trabalho.











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