O CAPS Infantil de São José do Egito enfrenta uma situação alarmante que afeta diretamente crianças e adolescentes que dependem de atendimento especializado em saúde mental, é o que foi exposto na Sessão da Cãmara de Vereadores.
A vereadora Fernanda Jucá expôs um caso recente durante Sessão da Câmara, vejam só a gravidade do problema: uma criança que tinha consulta marcada com psiquiatra para o mês de novembro teve o atendimento remarcado para dezembro. Agora, a nova data foi empurrada para março de 2026.
A demora não é um caso isolado, mas reflexo de uma sobrecarga estrutural preocupante também exposta na Sessão pela vereadora. Atualmente, o CAPS Infantil atende cerca de 780 crianças e adolescentes segundo a parlamentar, contando com apenas 13 profissionais para dar suporte a toda essa demanda. O número é insuficiente para garantir acompanhamento contínuo, avaliações no tempo adequado e intervenções precoces — fundamentais no cuidado em saúde mental infantil.
Eles tem a medicação e tem o acompanhamento especializado, porém o acompanhamento se torna ineficaz pela demanda alta e oferta baixa, o que pode agravar quadros clínicos e impactar o desenvolvimento, a vida escolar e familiar desses pacientes.
A alta demanda e a falta de profissionais escancaram a urgência de investimentos, ampliação da equipe e reorganização do serviço. Saúde mental infantil não pode esperar — cada mês de atraso pode representar anos de prejuízo para uma criança.











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