Não amem o mundo nem o que nele há. Se alguém ama o mundo, o amor do Pai não está nele. — 1 João 2.15
Estar no mundo, ver o mundo e experimentar o mundo são atitudes diferentes de amar o mundo, assim como ter o pecado e sentir o pecado são diferentes de amar o pecado. Abraão certamente teve propriedades, mas não as amou. Ele reconheceu que Deus fez dele um mordomo sobre essas posses e as administrou adequadamente. Davi foi um rei poderoso, mas não exigiu sua própria vontade. Pelo contrário, governou de acordo com a vontade de Deus. Afinal, disse a respeito de si mesmo: “Pois sou para ti um estrangeiro, como foram todos os meus antepassados” (Sl 39.12).
Em outras palavras, ele se considerou um viajante, um simples hóspede nesta terra. Davi não governou segundo sua própria vontade, mas segundo a vontade e para a honra de Deus. Assim, ele não amou o mundo. Entretanto, quando alguém oprime e transtorna o pobre, usando as posses de outros como suas, então identificamos alguém amando o mundo. Isso é injusto. Cristo não nos tira do mundo. Pelo contrário, ele nos deixa no mundo depois do batismo para que outros sejam fortalecidos e encorajados pelo nosso exemplo. Desta forma, qualquer um que fuja do mundo vive de forma ímpia.
Cristo diz que o Espírito Santo “convencerá o mundo do pecado, da justiça e do juízo” (Jo 16.8). O mundo está repleto de pessoas que têm se distanciado de Deus e nada sabem sobre ele. Elas têm se voltado para o que Deus criou e usado sua criação para a sua própria honra.
Fonte: Ultimato – Devocional Diário









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