As primeiras torcidas organizadas do Brasil surgiram na década de 1940 para fazer festa na arquibancada e garantir apoio incondicional aos times.
As torcidas organizadas “tradicionais” não proíbem a participação feminina. Mas guardam a elas um papel longe do protagonismo, na maioria das vezes. Há restrições ao papel que uma torcedora pode exercer dentro da organização – isso varia de torcida para torcida, mas, no geral, mulheres não podem tocar determinados instrumentos na bateria, não podem carregar bandeirão, e muitas vezes também não têm permissão para viajar para determinados jogos fora de casa nas tradicionais caravanas.
Nas arquibancadas do Estádio Vianão este preconceito não existe, a cada jogo da coruja elas estão la torcendo, gritando e fazendo a diferença. Agora elas se fortalecem ainda mais com o surgimento da Força Feminina, que é uma ala da Torcida Força Jovem.
Em menos de um mês já são 113 curtidas nas redes sociais e no grupo feminino do whatsapp já são 30 mulheres.
A idéa é além de apoiar o time trazer várias ações em prol da mulher no estádio. Parabéns a todas as envolvidas.












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