21 de outubro de 2026.
  • INÍCIO
Banner publicitário
Home Notícia

TRF-4 nega recurso de Lula e mantém pena de 17 anos e um mês de prisão no caso do sítio

Romero Moraes por Romero Moraes
6 de abril de 2021
emᅠ Notícia
A A
0
TRF-4 nega recurso de Lula e mantém pena de 17 anos e um mês de prisão no caso do sítio
Compartilhe nosso conteúdo:

Os desembargadores da 8ª Turma do Tribunal Regional Federal da 4ª Região (TRF-4), o Tribunal da Lava Jato, negou os recursos apresentados pela defesa do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e mantiveram a sentença proferida pela corte em novembro do ano passado, de 17 anos e um mês de prisão, em regime fechado. É a pena mais pesada imposta pela Lava Jato ao petista.


Lula foi condenado por corrupção passiva e lavagem de dinheiro no processo do sítio de Atibaia. O recurso buscava reverter aspectos da sentença. Os desembargadores também negaram pedido preliminar da defesa de Lula, que buscava remarcar o julgamento para uma data futura, de forma a garantir que ele fosse feito presencialmente.

O julgamento desta quarta (6) foi concluído no plenário virtual do TRF-4. A análise do caso começou na semana passada.
É a segunda sentença em segundo grau de Lula nos processos da Lava Jato, em Curitiba. Em janeiro de 2018, o mesmo TRF-4 condenou o ex-presidente a 12 anos de prisão no processo do tríplex do Guarujá (SP) e determinou a prisão do petista para início do cumprimento provisório da pena, assim que esgotado os recursos no tribunal. A pena foi depois reduzida para 9 anos, no Superior Tribunal de Justiça (STJ), em julgamento no ano passado.

Lula foi preso em abril de 2018, após a condenação em segunda instância do caso triplex, e solto em novembro do ano passado após o Supremo Tribunal Federal rever entendimento sobre execução de pena antes do transito em julgado (quando o caso já não cabe recursos). Por conta da mudança jurídica, o petista segue respondendo aos dois processos em liberdade.

Em primeira instância, Lula foi sentenciado no caso do sítio de Atibaia em fevereiro de 2019 pela 13.ª Vara Federal em Curitiba por supostamente receber R$ 1 milhão em propinas via reformas do sítio de Atibaia, que está em nome de Fernando Bittar, filho do amigo de Lula e ex-prefeito de Campinas, Jacó Bittar.

A Lava Jato apontou que o sítio passou por três reformas: uma sob comando do pecuarista José Carlos Bumlai, no valor de R$ 150 mil, outra da Odebrecht, de R$ 700 mil, e uma terceira reforma na cozinha, pela OAS, de R$ 170 mil. Total de R$ 1,02 milhão gastos pelos acusados. Os pagamentos tiveram relação com negócios na Petrobrás e os caixas de propinas acertados entre as empreiteiras e o PT.

Copyright © Estadão. Todos os direitos reservados.
Tags: Política
Compartilhe no Facebook!Envie no WhatsApp!

NotíciasRelacionadas

Maria Arraes e Aline Mariano comandam grande reunião com apoiadores em Jaboatão
Notícia

Maria Arraes e Aline Mariano comandam grande reunião com apoiadores em Jaboatão

2 de outubro de 2026
Zeca intensifica campanha de Raquel Lyra, Marcelo e Gustavo Gouveia em caminhada no Jardim da Serra em Arcoverde
Notícia

Zeca intensifica campanha de Raquel Lyra, Marcelo e Gustavo Gouveia em caminhada no Jardim da Serra em Arcoverde

30 de setembro de 2026
Palavra do Dia: Firme âncora da alma
Notícia

Palavra do Dia: Nunca esquecidos

27 de setembro de 2026
Mais notícias
Próximo Post
Ministério Público de Pernambuco pede que justiça decrete lockdown no estado

Ministério Público de Pernambuco pede que justiça decrete lockdown no estado

Deixe seu comentário:

No Result
View All Result

INDEXBrasil - © Blog Mais Pajeú 2025 - Todos os direitos reservados.

No Result
View All Result
  • INÍCIO

INDEXBrasil - © Blog Mais Pajeú 2025 - Todos os direitos reservados.